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quinta-feira, novembro 08, 2007

La Ribot explicada por e às crianças

O dvd Treintaycuatropiécesdistingués&onestriptease, de La Ribot, já foi criticado na OBSCENA #6. Mas duas meninas de Valência decidiram que era preciso explicar aquilo como se tivessemos todos quatro anos. Eis o resultado:

A Primavera de Xavier

O espectáculo vem ao Alkantara em 2008, a crítica foi publicada no último número da OBSCENA e a peça mostra-se, em excertos, no You Tube. Xavier Le Roy criou a sua própria Sagração da Primavera a partir de Simon Rattle, o maestro.

segunda-feira, outubro 15, 2007

terça-feira, setembro 18, 2007

You Tube Festival: prazer estético

No seu ensaio A desumanização da arte (Vega, 2003), o filósofo José Ortega y Gasset pergunta: "a que chama a maioria das pessoas prazer estético?". Eis dois exemplos que respondem à pergunta.



segunda-feira, setembro 10, 2007

My body is a text - experiência



Os dois vídeos que se seguem registam a coreografia My body is a text, feita pelo coreógrafo esloveno Marko Milic no âmbito da residência artística Sweet & Tender Collaborations que decorre até dia 15 deste mês no PA-F (Performing Arts Fórum), em St. Erme, no nordeste de França. Interpretada por mim no passado dia 31 de Agosto, fará parte dos Fragmentos de Experiências, o nome dado aos resultados desta residência que reúne artistas de 26 países diferentes, que serão mostrados este fim-de-semana em Reims. O registo foi feito durante a apresentação informal ao grupo e mostra o resultado de dois dias de improvisações que depois foram fixadas e adequadas ao meu corpo não treinado. Não procurando sugerir qualquer leitura, mas partindo de um diálogo sobre modelos de aproximação entre artistas e críticos, My body is a text tem como sub-título não oficial Uma hipótese de coreografia para alguém que nunca dançou antes. Não é novo nem é original e também não significa mais nada do que aquilo que ali está. As reflexões sobre a experiência serão publicadas esta semana no blog no site da revista Mouvement.



quarta-feira, setembro 05, 2007

Flight of the Conchords: a descobrir

Ninguém que saber se foi a ficção que se impôs à realidade ou o contrário, certo é que Flight of the Conchords, a série, se tornou um fenómeno de popularidade nos Estados Unidos, tendo já garantidas mais duas temporadas na HBO. Bret McKenzie e Jemaine Clement são uma dupla de actores neo-zelandeses que tentam a sorte enquanto conjunto musical em Nova Iorque. A falta de talento vocal é largamente compensada pela ironia e displicência das letras, verdadeiros poemas do quotidiano que a dupla aproveita para reinventar. Sendo um projecto de banda existem, naturalmente, várias canções que o You Tube (gentilmente) disponibiliza, podendo ainda ver-se episódios inteiros onde estas aparecem contextualizadas. Cada canção evoca diferentes estilos musicais, em jeito de paródia, naturalmente. Dos Bee Gees aos rappers, das Demoiselles de Rochefort a David Bowie, de Elton John a Eric Clapton e, claro – ou não fossem eles neo-zelandeses e por isso terem entrado na trilogia O Senhor dos AnéisFrodo don’t wear the ring. É absolutamente a não perder. A ilustrar este post o hit de verão, Foux Da Fa Fa (ou a música mais ouvida, e imitada, numa certa pequena aldeia no norte de França).