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quarta-feira, março 21, 2007

Landscape, de John Romão, amanhã em Almada


22 Março 2007
duração: 20min.
sessões contínuas entre as 20h-23h.
entrada livre.



Land Escape, a primeira vídeo-instalação de John Romão, apresenta em forma de díptico um dia da vida de um rapaz e de uma rapariga, mas desde o início um elemento de estranheza parece atravessar todo o trabalho. Cada projecção corresponde a cada uma das personagens e o facto de serem sincronizadas e instaladas paralelamente sugerem-nos à partida um diálogo directo entre as mesmas. No entanto, apenas existem monólogos ou pensamentos que se vão intercalando durante os cerca de 20 minutos de vídeo e que acompanham as acções que vamos assistindo.


"A particularidade deste trabalho reside na forma como o artista explora a ideia de movimento e na forma subtil como o regista, de tal forma que as posições que os corpos das duas personagens adoptam parecem estáticas e quase escultóricas".
Sofia Nunes


concepção e direcção: JOHN ROMÃO câmara e fotografia: SÉRGIO BRÁS D' ALMEIDA montagem: JOHN ROMÃO e SÉRGIO BRÁS D' ALMEIDA actores: DIOGO BENTO e SARA CIPRIANO assistência: MARIANA VASCONCELOS apoio: CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA integrado na Quinzena da Juventude de Almada


Casa Municipal da Juventude de Cacilhas (Ponto de Encontro)
Rua Trindade Coelho 3, Cacilhas
Informações: 212748210
infos enviadas no press-release e da responsabilidade dos autores

terça-feira, março 20, 2007

Revista Àguas Furtadas 10 já à venda


Já está disponível para venda o nº 10 da revista Águas Furtadas, editada pelo Núcleo de Jornalismo Académico do Porto. Traduzem-se poemas de Gez Walsh, Óssip Mandelstam, Stéphane Mallarmé e William Shakespeare, e publicam-se outros de Rogério Rola e Vitor Oliveira Jorge.

O também poeta e contista Manuel António Pina escreve um belo ensaio sobre o Winnie the Pooh, e há outro ensaio, de minha autoria, sobre o lugar do espectador no teatro contemporâneo português. Traz, como sempre, um cd, desta feita com música de Ângela Ponte e Nuno Estrela.

A revista custa 12€, tem 300 páginas e está à venda na livraria Da Mariquinhas, na Rua dos Cordoeiros, ao Largo de Santo Antoninho, em Lisboa.No Porto, a revista encontra-se disponível em vários pontos: Matéria Prima, Maria vai com as outras, Poetria, Galeria Sargadelos, etc. Também pode ser encomendada por e-mail.

A revista terá uma primeira apresentação, dia 24 de Março, nos Espaços JUP (Rua Miguel Bombarda, 187), no Porto, às 16h00, no âmbito das comemorações dos 20 anos do NJAP/JU, a associação que a edita.

terça-feira, fevereiro 27, 2007

Interview dedica-se a Dame Taylor


Pudesse o mundo caber naquele verde púrpura que lhe pinta os olhos e não valia a pena fazer-se um número especial que lhe homenageia a vida. Felizmente não cabe e eles bem se esforçam por provar o contrário. A mais do que famosa Interview dedica um número fora de série eye-popping, jaw-dropping, show-stopping à mulher mais icónica da história do cinema. Tanto que a vida dela parece ficção. Não é, como também se lê nas 250 páginas desta extraordinária carta de amor a Elisabeth Taylor. No mês em que passam vinte anos sobre o desaparecimento de Andy Warhol, o mentor da revista, a Interview, editada especialmente por Bruce Weber faz de tudo para nos dizer, em coro, YOU DID IT, GIRL!!!!!


Preço: €5,50

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Olga Roriz apresenta Daqui em Diante por todo o país


Daqui em Diante, a última coreografia de Olga Roriz (na foto), apresenta-se dia 24 de Fevereiro, sexta-feira, no Teatro Garcia de Resende, em Évora, e não a 06 e 07, conforme erradamente se escreveu no 1º número da revista OBSCENA, facto pelo qual pedimos desculpa aos leitores e à companhia. A peça será depois apresentada a 01 de Março em Coimbra, a 16 em Vila Real e a 31 em Viana do Castelo. Outras apresentações em Lisboa, Águeda e Lagoa, marcadas para o mês de Abril, podem ser consultadas no site da companhia.

fotografia: Rodrigo César

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Vera Mantero apresenta-se na Guarda


Até que deus é destruído pelo extremo exercício da beleza
de Vera Mantero & guests
Teatro Municipal da Guarda
hoje às 21h30



Há corpos compostos por palavras que se transformam em sons que lembram imagens. Há um intrincado discurso sobre a presença do intérprete em palco, o modo como os processos criativos transformam as peças, as expectativas de quem cria, e sobretudo de quem vê, e a inscrição do movimento numa sociedade de hiper-exposição e degenerado consumo. A singular peça de Vera Mantero é um dos pontos mais altos de um percurso que repensa, em vez de recusar, as definições. Os corpos, de aparente imobilidade, embalam-nos numa polémica reflexão sobre a dança, deixando-nos angustiados pela coerência em que se apresentam. [texto publicado no suplemento Y, 29 Dezembro 2006]