quinta-feira, novembro 29, 2007

Lançamento

Hoje, às 18h00, no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian é lançada a obra Fundação Calouste Gulbenkian 50 anos: 1956-2006, coordenada por António Barreto.

A obra sistematiza em dois volumes a missão da instituição e o impacto da sua acção nos domínios estatutariamente previstos: caridade, arte, educação e ciência. A presença internacional da Fundação e uma avaliação do seu património são os capítulos que completam a obra (além de importantes blocos de imagens), cujos autores são, além de Barreto, José Medeiros Ferreira, António Correia de Campos, Jorge Simões, António Pinto Ribeiro, António Nóvoa, Jorge Ramos do Ó, Jorge C.G. Calado, Kenneth Maxwell e João Confraria.

A secção dedicada à arte, da autoria de António Pinto Ribeiro, ocupa 173 páginas no primeiro volume e começa por traçar um perfil de Calouste Gulbenkian, o coleccionador, para depois abordar, de forma sistematizada, o Museu, o Serviço de Música (Glória, poder e interrogações é o subtítulo, que inclui como temas Ballet Gulbenkian 1965-2005, O período Sparemblek, Uma companhia de bailado, Os Estúdios Coreográficos, Vasco Wallenkamp e Olga Roriz), a revista Colóquio/ Artes (1959-1996), as bolsas e as subvenções (Um Ministério das Artes: das belas-artes, das exposições, dos subsídios, do teatro, do cinema e das bolsas), o Centro de Arte Moderna, o ACARTE (1984-2003) e a Biblioteca de Arte.

Foi este capítulo – que termina com O passado e o presente e E o que há-de vir? – que a OBSCENA #7 apresentou, em pré-publicação, e está disponível aqui.

texto retirado da introdução à pré-publicação

Schhhhhhhhhhhhh

Nos Estados Unidos a greve dos argumentistas está de tal forma que alguns actores decidiram fazer vídeos onde mostra, até onde vai a sua solidariedade. Os tagarelas da Ugly Betty estão sem palavras.



E das bocas da Susan Sarandon e o Chazz Palminteri só saem coisas que não se percebem.



Mais vídeos aqui.

da vida quotidiana

My friend Pedro Faro, editor da L + Arte, tem há meses um blog Otium cum dignitate, onde escreve, sem pretensão de ser lido (adoro-lhe os paradoxos), sobre o que lhe passa à frente. E sobre aquilo que ele quer ver. É.

Teatro Praga

O Teatro Praga começou a colocar alguns vídeos promocionais das suas peças no You Tube. Aqui.

segunda-feira, novembro 26, 2007

Artistas Unidos querem receber textos de teatro

(divulgação)

ISTO NÃO É UM CONCURSO: TRÊS PEÇAS PARA OS ARTISTAS UNIDOS

Mandem-nos peças de teatro que queiram que nós representemos. Por e-mail ou pelo correio. Até fim de Dezembro de 2007. Não é preciso pseudónimo, nem envelope lacrado, isto não é um concurso.

Entraremos em contacto convosco em Fevereiro de 2008. E começaremos a ensaiar três peças em meados de Abril.

Para estrear a partir de 5 de Julho, no Instituto Franco-Português.

E depois veremos. Se as prolongamos, se as fazemos em digressão, logo se verá. Serão as que acharmos que podemos fazer bem, as mais perto de nós. Porque isto não é um concurso, é só uma hipótese.

Enviem os vossos textos para:

Rua da Bempostinha 19 B, 1150-065 LISBOA

E por e-mail para: abento@artistasunidos.pt

Nós falaremos convosco. Até já.

Tagus suspendeu campanha

Hoje, na Meios & Publicidade:

A Tagus suspendeu o conceito de comunicação ‘Tu és hetero' que estava a servir para comunicar a formação de uma comunidade virtual em www.orgulhohetero.com. "Face a algumas manifestações recebidas, considerámos oportuno reformular os termos em que a campanha esteve presente", explicou a marca em comunicado, que referia ainda que "esta campanha não pretendia defender ou atacar nenhuma causa concreta. A mesma deveria ser entendida tendo em linha de conta o posicionamento irreverente da marca". (...)

A mensagem agora no site é: "A verdade é que és livre de escolher. És livre de sair e de te divertires com quem tu quiseres. És livre de te assumires como quiseres".

Mais...

sexta-feira, novembro 23, 2007

É o delírio: Os Mler Ife Dada no You Tube

Já não se fazem músicas nem vídeos assim...


sugestão da Sílvia Pinto Coelho que quer saber quem são os bailarinos que aqui aparecem. Alguém ajuda?

quinta-feira, novembro 22, 2007

Maurice Béjart (1927-2007)




Bolero, 1960

Pina Bausch em Lisboa no mês de Maio

Pina Bausch vai regressar a Lisboa em 2008 para um festival pensado pelo São Luiz - Teatro Municipal e o Centro Cultural de Belém. De 4 a 9 de Maio a coreógrafa alemã apresenta a peça icónica Café Muller (1978), a criação que fez a partir de Lisboa Masurca Fogo (1998), e Nefes (2003), criação feita a partir de Istambul. Para além disso mostram-se os filmes O Lamento da Imperatriz e A Sagração da Primavera, ambos da coreógrafa e Lissabon-Wuppertal-Lisboa, de Fernando Lopes., em sessões comentadas pelo realizador, José Sasportes, Olga Roriz, Rui Horta, Maria João Seixas e António Mega Ferreira. Decorrerão ainda conversas com o cenógrafo Peter Pabst, com a própria coreógrafa, os bailarinos Dominique Mercy e Nazareth Panadero, e o realizador Pedro Almodóvar. Os bilhetes serão postos à venda, nas bilheteiras dos dois teatros, a partir de dia 1 de Dezembro. Abaixo excerto da peça Masurca Fogo. Na OBSCENA #4 pode ler uma longa conversa com Pina Bausch, conduzida por Mónica Guerreiro no passado mês de Abril, e aqui a crítica ao filme de Fernando Lopes, saída na OBSCENA #1, e também assinada por Mónica Guerreiro . foto de Alceu Bett

quarta-feira, novembro 21, 2007

Augusto M. Seabra chega à blogosfera

"Letra de Forma será uma página de crítica e opinião, página de textos mais do que própriamente post, prosseguindo no espaço digital aquela que foi actividade na imprensa ao longo de muito anos". É assim que termina o primeiro texto do crítico e pensador Augusto M. Seabra que "usando ainda a ferramenta tecnica do Sapo Blogs" recupera aquela que foi a sua "actividade na imprensa ao longo de muito anos". Num texto de apresentação onde viaja através do tempo mais recente, cruzando a sua saída do jornal Público há um ano atrás com as razões para o fim da breve colaboração com o Diário de Notícias, bem como assumindo que: "a colaboração na imprensa escrita é um capítulo para mim encerrado, com algum desconforto é certo em função dos factos concretos, mas também, e tenho de o dizer com toda a sinceridade, com um indesmentível alívio. Sem prejuízo de manter a possibilidade de me exprimir na imprensa por razões de ordem civíca e desde que haja nesses casos de excepção espaço de acolhimento – tal como não me tenho recusado a responder a questões ou entrevistas que me êm sido solicitadas -, o passado é passado e os horizontes são agora outros".

Este blog, "técnicamente sim, mas o seu intento é outro", "será uma página de crítica e opinião" que Augusto M. Seabra entender enquanto "actividade profissionalizada", e junta-se à coluna mensal O Estado da Arte que recentemente abriu no portal Arte Capital e à coluna semanal Derivas, que se espera de actualização rápida, e que há meses mantém no site da Culturgest.

Seja muito bem-vindo Augusto.

terça-feira, novembro 20, 2007

Puta que os pariu

A cerveja Tagus decidiu dar uma de engraçadinha e fazer uma campanha intitulada Orgulho Hetero, que visa constituir "o primeiro espaço heterossexual em Portugal" onde "vais poder conhecer pessoas de sexo oposto, trocar experiências e divertir-te".

Mas já não há bom senso nesta terra? Qual é a diferença entre isto e as campanhas homofóbicas promovidas pela direitas nacionalistas? Há uma cerveja gay? É que eu tenho muito orgulho em não ser hetero, bebo cerveja (mas não a Tagus, de facto, e agora menos ainda) e nunca achei que heteros precisassem de sítios especiais para se encontrarem (nem os gays, na verdade, mais ainda assim...).

Se fodessem mais e pensassem menos... não há ninguém lhes enfie uns dedos pelo rabo acima?!

segunda-feira, novembro 19, 2007

Exercício crítico #1

Veja estes dois vídeos abaixo, primeiro sem e depois com som. Descreva, na caixa de comentários, o modo como a sua percepção sobre o movimento é transformada quando a este lhe é "adicionada" a música.


Lago dos Cisnes pelo Teatro Bolshoi

H2 2005, de Bruno Beltrão

Agenda

No Teatro Nacional D. Maria II está patente, desde dia 15, a peça Boneca, com encenação de Nuno Cardoso, a partir de A casa de bonecas, de Ibsen. João Paulo Sousa viu a peça em Guimarães, na altura da estreia, e escreveu sobre ela na OBSCENA #7:

A qualidade mais evidente da encenação de Boneca, da responsabilidade de Nuno Cardoso, é a criação de uma espécie de cenário duplo, articulando as noções de interior e de exterior, não apenas no que diz respeito à acção, mas também quanto à própria presença dos actores em palco. (…) Esta estratégia cénica desvela um olhar sobre a peça de Ibsen que potencia a dimensão de fingimento ou de representação inerente ao jogo social, em especial no caso de uma sociedade com regras comportamentais relativamente rígidas. Ao englobar quase todo o texto original, a tradução de Fernando Villas-Boas possibilita a apresentação detalhada dos conflitos entre as personagens, colocando os actores (e, naturalmente, o encenador) perante a necessidade de definir um tom que se adeqúe ao desenvolvimento dramático. (…) De certo modo, o que está aqui em causa é também a resistência da peça de Ibsen à passagem do tempo, não apenas por causa das alterações dos condicionalismos sociais que tiveram lugar desde o final do século XIX até hoje, mas sobretudo porque as personagens parecem demasiado presas à lógica de articulação entre a máscara e a face íntima de cada um.

Leia a crítica na íntegra aqui.


No Museu Berardo está patente desde dia 14 a exposição Teatro sem Teatro, que Pedro Manuel viu em Barcelona, no Museo de Arte Contemporanea, este verão, e sobre a qual escreveu na OBSCENA #6.

Aquilo que sempre aproximou o teatro e as artes plásticas numa relação íntima, ao longo de séculos de cruzamentos e influências, foi o conceito de representação. Não tanto como conceito crítico mas como influência de parte a parte na criação de imagens, de coisas para ver e de pontos de vista, nos recursos técnicos, no estatuto do corpo, na representação da ordem e desordem do mundo. Na exposição Un teatre sense teatre (…) são essas trocas – mais que o conceito de representação – que estão à vista. Descentramento, desilusão, relação entre actor e espectador, entre obra e espectador (the viewer), são alguns dos pressupostos que podemos reconhecer na teatralidade que atravessa as obras em exposição. Mas onde se pudesse supor uma progressão histórica das relações entre teatro e artes plásticas no século XX, das vanguardas à legitimação da performance, encontra-se antes a presença do modelo teatral, ou da teatralidade, como influência excêntrica que age sobre as obras de arte. Ou seja, à superfície o tema da exposição será o teatro, e a noção de espectáculo está mais ou menos presente em cada peça, mas o que está em causa é a exposição dos efeitos de teatro sobre o pictural, o plástico, o visual, abrindo-o ao acontecimento, ao espaço, ao corpo.

Leia a crítica na íntegra aqui.

domingo, novembro 18, 2007

André Lepecki: the portuguese years

Decorre neste momento na sala multiusos do Museu de Serralves a apresentação da antologia de textos que o crítico e investigador André Lepecki publicou no jornal Blitz, entre 1990 e 1993. Da responsabilidade da plataforma virtual belga Sarma, coordenada por Jeroen Peeters e Myriam Vam Imschoot, esta antologia disponibiliza, em português e em inglês, textos que dão conta do esprit du temps que caracterizou a Nova Dança Portuguesa. Um contributo raro e fundamental que permite o acesso a documentos sobre a história recente da dança contemporânea portuguesa.

Relações impossíveis na arte contemporânea

Augusto M. Seabra, na sua nova coluna de opinião no portal Arte Capital, O Estado da Arte, escreve sobre compatibilidades, ética e relações impossíveis entre Estado, mecenas, curadores, artistas e exposições. Em particular disseca o papel de Manuel de Pinho, ministro da Economia, e do Banco Espírito Santo, na organização da exposição de Vik Muniz, no Museu da Electricidade.

Excerto do artigo Iconologia Oficial: "A acção do Estado Democrático, não apenas na criação e consolidação das estruturas culturais, mas em particular nas políticas de apoio artístico ou de solicitações específicas (encomendas, escolha de representações/representantes em importantes manifestações internacionais, etc.), é uma matéria propícia a demagogias e manifestações de conservadorismo e/ou ignorância, que se condensaram na expressão “subsídiodependentes”. De facto, essas políticas, para além da sua consideração global para o “bem comum”, são parte das funções simbólicas do Estado e, em princípio, garantes da pluralidade e diversidade de expressões. Mas num Estado Democrático tais políticas e acções não menos devem ter regras claras como orientarem-se em termos genéricos por princípios de isenção. Podem, e em meu entender devem mesmo, invocar-se até teorizações dos princípios da Justiça e da Igualdade de grandes filósofos políticos e do direito como Ronald Dworkin, John Rawls e Joseph Raz. Ou, mais no concreto deste campo, os termos desse notável trabalho de sociologia da arte que é “L’élite artiste – Excellence et singularité en régime démocratique” de Nathalie Heinich (Ed. Gallimard, 2005)."

quarta-feira, novembro 14, 2007

Quase aposto que quando a Trisha Brown levou a dança para os telhados de Nova Iorque era mais nisto que ela estava a pensar

Porque é que não nos deixam bater no fundo de uma vez por todas?

Na verdade, o melhor que podia acontecer a este Portugal desenrascado era bater fundo no fundo. Fecharem os museus por falta de pessoal, terminarem as subvenções para as artes performativas (e para as outras todas) em vez de uma distribuição de merceeiro, instalar-se de vez o Hermitage em tudo quanto é capelinha com mais de dois metros de altura, fecharem os teatros municipais deixando que a belíssima arquitectura que nos orgulha fosse consumida pela bicharada. E já agora comprar cimento barato para que as fendas aparecessem mais depressa. Deixar que o ensino artístico e o trabalho com as populações mais desfavorecidas fosse, finalmente, entregue aos salões paroquiais, para que uma nova geração de devotos pudesse construir novo tempo debruado a ouro e esmirna daqui a dez anos, quem sabe no mesmo local onde agora se fez o de Fátima. Permitir que Berardo vendesse os seus quadros entre três croquetes e duas acções do BPI. Não criar lei nenhuma para os profissionais do espectáculo e audiovisual, que os mandassem todos para a fila do centro de emprego que há por aí muita loja da TMN a pedir funcionários a part-time. Enfim… deixar que a coisa bater no fundo, porque só a promoção contínua da desigualdade parece funcionar neste país ridículo e laxista.

A apresentação do Orçamento de Estado, feito à pressa, como conta o DN hoje, porque a sala precisava ser ocupada por outra coisa qualquer, não é mais do que exemplo do lugar que a cultura têm hoje: ornamental, de abrilhantamento, de passagem de tempo. Em entrevista recente à SIC, o ministro da Economia, em jeito de antecipação do programa paralelo à visita de Putin, dizia: "e depois há um momentozinho musical para os nossos convidados descontraírem".

Porque haveríamos de andar todos a discutir o papel do artista na sociedade se a sociedade parece não querer importar-se dois tostões com o artista? Esta coisa da arte mendigante é aflitiva, promove o desenrascanço, substitui-se à verdadeira reflexão, permite que a mediocridade reine. Do Ministério da Cultura à própria classe artística e ao público. A produção sistemática nem sempre traz bons resultados, antes mimetiza, distorce e ridiculariza o que de bom existe. Esta insistência na produção sem meios é fatal a um tecido que se quer exigente. Este laxismo, esta confiança de que as coisas um dia vão melhorar, esta esperança num vazio imenso é o que acaba por nos consumir. E se assim é, não vale a pena acabar-se com o Ministério da Cultura. Que se acabe com a cultura de vez. Afinal, está mais do que provado que ninguém percebeu que quando falamos de cultura falamos de identidade. Ora, um país sem alma nem espinha dorsal como o nosso, não precisa de identidade para nada. Canta um fado e segue em frente. Num autocarro a caminho da emigração. Foi sempre assim, vai ser sempre assim. Má sorte. Ou exactamente aquilo que fizemos por merecer.

sábado, novembro 10, 2007

A dança em discussão no Porto

Decorre no Auditório de Serralves, no próximo fim de semana, 17 e 18 de Novembro, o programa Relações (Auto-)Críticas - Encontro de Crítica de Dança, comissariado por mim e organizado pela Fábrica de Movimentos. Reunindo um conjunto de críticos, programadores e coreógrafos de vários países, será uma oportunidade para reflectir em conjunto sobre o modo como se estabelecem as relações entre os diversos agentes que compõem a realidade da dança. Promovendo um diálogo aberto com o público, através de masterclass, conferências, mesas-redondas e um programa de vídeos escolhidos pelos participantes, estes dois dias de conversas contarão com a presença de Franz Anton Cramer (Alemanha) , Gérard Mayen (França), Jeroen Peteers (Bélgica), Myriam van Imschoot (Bélgica), Luísa Roubaud, Mónica Guerreiro, Tiago Guedes, Joclécio Azevedo, Né Barros, Joana Providência, Paulo Vasques, Sérgio Cruz (todos de Portugal), Joris Lacoste (França), Leonel Brum (Brasil) e Silvina Sperzing (Argentina). De entrada livre, os encontros trarão para a discussão temas como crítica e dramaturgia, como criticar video-dança, as relações entre artistas e críticos, e documentação. O encontro servirá também para apresentar a antologia de textos que a plataforma virtual belga Sarma organizou sobre André Lepecki, ex-crítico e um dos nomes mais importantes da história recente da dança portuguesa. Para mais informações contacte: www.fabricademovimentos.pt
fabricamovimentos@hotmail.com

quinta-feira, novembro 08, 2007

Nelken por dentro

Criada em 1983, Nelken é uma das mais icónicas peças de Pina Bausch, apresentada em Lisboa em Outubro 2005. Eis um momento raro de ensaios desta peça, encontrado, claro está, no You Tube, e que faz parte do filme Un jour Pina m’a demandé, da realizadora belga Chantal Akerman, criado nesse mesmo ano.


La Ribot explicada por e às crianças

O dvd Treintaycuatropiécesdistingués&onestriptease, de La Ribot, já foi criticado na OBSCENA #6. Mas duas meninas de Valência decidiram que era preciso explicar aquilo como se tivessemos todos quatro anos. Eis o resultado: