quinta-feira, janeiro 31, 2008
Obrigado e Adeus.
quarta-feira, janeiro 30, 2008
OBSCENA #9 - locais de distribuição
Região de Lisboa: Culturgest, CCB, S. Luiz - Teatro Municipal, Café no Chiado, Teatro Nacional D. Maria II, Maria Matos - Teatro Municipal, Livrarias Bulhosa (Entrecampos, Oeiras Parque, Amoreiras, Cascais, Linda a Velha, Campo de Ourique), Teatro Taborda, Teatro Municipal de Almada, Comuna - Teatro de Pesquisa, Fundação Calouste Gulbenkian (edifício-sede e Centro de Arte Moderna)
A partir de 31 Janeiro/1 Fevereiro
Aveiro: Teatro Aveirense
Viseu: Teatro Viriato
Faro: Teatro das Figuras - Teatro Municipal de Faro
Coimbra: Associação Académica, Tropicália, Livraria XM, Livraria Almedina Estádio
A partir de quinta, 7 Fevereiro
Porto: Livrarias Leitura, Museu de Serralves, Teatro Nacional S. João/Teatro Carlos Alberto
Teatros Associados da Artemrede: Alcanena, Montijo, Barreiro, Cartaxo, Almeirim, Entroncamento, Moita, Palmela, Santarém, Benedita, Sobral do Monte Agraço, Santarém
Também podem ser feitas encomendas, à cobrança, para o e-mail obscena@revistaobscena.com
Nota: são só 5 mil exemplares que voam num instante.
terça-feira, janeiro 29, 2008
sábado, janeiro 26, 2008
Gauntlet, O Reality show
quinta-feira, janeiro 24, 2008
world travel
quarta-feira, janeiro 23, 2008
Revista OBSCENA lança número de aniversário em versão papel

A OBSCENA – revista de artes performativas lança o seu número de aniversário, o 9º, no próximo dia 30 de Janeiro, na habitual edição em pdf, disponível no sítio, mas também em versão papel, com 84 páginas e uma tiragem de 5 mil exemplares distribuídos por vários pontos culturais do país.
segunda-feira, janeiro 21, 2008
A descobrir
Couple or Trouble. Fucking hilarious!!!!!Vídeos no You Tube aqui.
sexta-feira, janeiro 18, 2008
Comédias do Minho em Lisboa
Até terça, no CCB, a não perder Quando as nuvens se dissiparem, pelas Comédias do Minho, "um dos mais estimulantes projectos de descentralização que, discretamente, tem vindo a impor-se como valor seguro contra a maré de boas intenções oportunistas que circulam fora dos grandes centros urbanos. E, por isso mesmo, capaz de provocar alterações no modo como olhamos para a ocupação de espaços ao ar livre. Comédias do Minho, resultante do esforço e espírito de missão das Câmaras Municipais de Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira, é, à revelia de qualquer discurso sobre o teatro enquanto forma de aproximação entre a arte e a vida, prova material da qualidade que se pode e deve exigir a um projecto artístico. Quando as nuvens se dissiparem junta um grupo de seis jovens actores profissionais que, encenados por Philippe Peychaud, traduzem para um olhar viciado na contemporaneidade as técnicas clássicas do clown, conferindo a esta prática uma depuração e uma sensibilidade tais que nos deixamos guiar pela inocência das interpretações, a clareza das sequências, o humor inteligente e a perfeita comunhão entre público e cena. Os clássicos pares usados pelo clown – que espelham a desfasada luta de poderes e valores – são aqui desenhados com feliz coerência e adequada gestão de tempos cómicos e físicos. Cada breve sequência, gerida num mínimo espaço fechado a várias portas, explora as contradições toscas das personagens para, naturalmente, as conduzir ao idílio final." (in OBSCENA #6)quarta-feira, janeiro 16, 2008
As referências dos artistas
Qualquer artista que assuma outro trabalho como referência, sobretudo numa fase de natural crescimento e de formação da sua identidade, impõe a si mesmo um constrangimento de cujos efeitos nefastos não se aperceberá no momento, mas que compreenderá mais tarde, quando o seu trabalho for permanentemente colado à influência a que se deixou grudar. A preguiça crítica abunda na suposta análise de objectos artísticos, seja de que disciplina se tratar, e é frequente ler‑se que A descende de B ou recupera a lição de C. Isto é o mesmo que dizer que B ou C foram grandes é A é um subproduto, um derivado, um ersatz. continua
segunda-feira, janeiro 14, 2008
quarta-feira, janeiro 09, 2008
Teatro para os próximos dias
Em Lisboa, no CCB, O Avarento ou a Última Festa, pelo Teatro Praga, a partir de sexta até dia 18; no TNDMII, Turismo Infinito, encenação de Ricardo Pais, a partir de sexta e até dia 26. veja as críticas de João Paulo Sousa na última OBSCENA.
este blog pára até domingo.
terça-feira, janeiro 08, 2008
écouter
domingo, janeiro 06, 2008
Roberts, o alfinete e a guerra no Afeganistão
aqui uma reportagem com o verdadeiro Charlie Wilson e um depoimento de Joanne Herring, a mulher que Roberts interpreta.
sábado, janeiro 05, 2008
Novos Media
"Dir-se assim que as exposições se complementam, e que a sua conjução é sinal particularmente sublinhado de como o cinema invade os museus e espaços expositivos, de resto, e provavelmente não por acaso, num momento que é crítico para o cinema, momento de tantas depreciações e mutações, em que o seu espaço constituinte das salas escuras está em declive que tanto mais se irá acentuar com o consumo das imagens em “download”, momento de “ocaso da que foi a grande arte do século XX, de esgotamento da grande arte industrial e de massas com que crescemos e que amámos” (e faço questão de repetir uma afirmação minha feita ao “Ípsilon” de 19-10-07, já que houve quem fizesse questão de a deturpar).
Tânia Carvalho sings António Variações
Dança em Almada
Às 17, Visita Guiada, de Cláudia Dias
Visita Guiada estreou em 2005 e não mais deixou de circular dentro e fora de portas, mas talvez nenhuma outra apresentação faça tanto sentido como a que no início do ano se mostrará em Almada, inaugurando a temporada de dança 2008 do Teatro Municipal. É o regresso à casa de partida de uma peça maturada onde Cláudia Dias explora o seu passado, vivido em Almada, e o “choque” das descobertas que a outra margem, Lisboa, lhe foi oferecendo. Seguindo uma narrativa que equilibra biografia e ficção, a coreógrafa constrói à boca de cena, na sua simplicidade e justo rigor, uma mini-paisagem que reflecte sobre o lugar do corpo (ou a tomada de consciência de que se tem um corpo) num mundo onde a dança surge enquanto disciplina tradutora de movimentos reactivos, aqui apresentados sob a forma de objectos do quotidiano deslocados da sua função principal. De uma beleza ímpar, a peça consolida o discurso de Cláudia Dias, que explorando o método de Composição em Tempo Real, criado por João Fiadeiro, o transforma num belo exercício de revelação apenas aparentemente biográfico.
às 21h30, A Arte da Fuga, de Rui Lopes Graça
Se traduzir é escrever de novo, então, em A Arte da Fuga Rui Lopes Graça re-escreve a peça homónima de Bach, num gesto dramatúrgico atento que chama a si aquilo que de mais perturbador a peça carrega: o risco de não a vermos no seu todo, dada a complexidade de interpretações sugeridas pela fragmentação da obra. Catorze momentos – todos eles variações do mesmo tema, contemplando ainda dois cânones que prolongam dois deles já na recta final da estrutura –, surgem através de um diálogo coreográfico rico em significados. As breves sequências, maioritariamente interpretadas por quatro bailarinos tal como cada momento musical o é por quatro instrumentos, organizam-se sem uma linearidade e facilmente poderiam reorganizar-se sem perda de sentido. Simbolicamente violenta, esta é uma peça onde os fraseados de Lopes Graça ampliam a liberdade criativa de Bach.
sexta-feira, janeiro 04, 2008
Obama que acha que é o messias
do laicismo, pró e contra, igualmente absurdo
O Governo parece considerar-se investido da capacidade suprema de ditar quais são os critérios pelos quais deve uma comunidade escolher o nome para a sua escola. Diz o Governo que deve ter o nome de uma personalidade “de reconhecido valor, que se tenha distinguido na região no âmbito da cultura, da ciência ou educação”. E porque não noutras áreas? Na económica, por exemplo, no assistencialismo, por exemplo, na obra benemérita, por exemplo? (...) Acontece que, por muito que lhe custe, a si e ao carrocel de Ministros que à sua volta gira, o Primeiro-Ministro não detém, nem os Ministros por seu intermédio alcançam, a capacidade de determinar o sentimento local. Deve ser esse sentimento, e não outro, a determinar a homenagem a prestar, o nome a escolher, o patrono a adoptar. Quer o Governo goste, quer não goste. (...) o Governo entrou na onda anticlerical, muito em voga no país vizinho, de quem tudo se copia, menos o essencial e relevante. De tal sorte que afasta os santos e as santas, e apenas estes, de uma qualquer possibilidade de poderem ser considerados uma personalidade de reconhecido valor para efeitos de dar nome a escola. Como se uma pessoa chegasse a santo, e nessa qualidade fosse reconhecido por uma comunidade, por dá cá aquela palha. Como se, só pelo facto de ter sido considerado santo, não tivesse sido um homem ou mulher de carne e osso.
e ainda:
Não reconheço à Igreja Católica legitimidade para decretar qual ou quais os formatos ou estruturas familiares que, no meu caso, me é lícito adoptar. Pela mesma ordem de ideias, mesmíssima aliás, não reconheço ao Estado tal capacidade.






